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segunda-feira, 25 de março de 2013

Bodas de casamento: Trigo!


Nesse final de semana comemoramos o nosso terceiro ano juntos: As bodas de trigo. Para mim era muito importante fazer um encontro com as nossas famílias, com a futura chegada da Olívia, as outras coisas acabam perdendo um pouco da importância, sabe?
Você fica focada só na gestação, no nascimento, no bebê e as outras datas acabam ficando mais escondidas e encolhidas no dia-a-dia.



Eu ontem comemorei como se fosse um chá para a bebê, o aniversário do Tiago (que já está chegando), a vida dos meus pais e da mãe do Tiago (os três vão fazer aniversário em maio junto com a bebê) e principalmente a minha vida com o meu marido (não posso mais escrever MARI).

Não teve parabéns para ninguém, não fiz discurso, nem nada. Essas comemorações ficaram só no sentimento. O primeiro motivo do encontro era a minha sogra conhecer o quartinho e o enxoval da Olívia. É que se o casal não encontra um dia no ano para fazer valer a pena tudo o que vivem nesses período, as coisas começam a perder o valor.

O dia do casamento NUNCA pode ser qualquer coisa. Não precisa ter festa! Não precisa de presente! Só que tem que ser aquele dia que você acorda e dorme nas nuvens. Que lembra de tudo e faz novos planos.

Voltando ao assunto. O casal pode escolher entre trigo ou couro, como eu não gosto do clima country em nenhuma versão optei pelo trigo mesmo.

Pela primeira vez fui eu quem fiz a decoração (por isso que está menos bonita que a dos anos anteriores). Esse ano além de nós, convidamos nossos pais, irmãos e cunhados para a festinha. Olha como a gente está ficando sociável!

Vamos aos móbiles: os créditos vão para a Paty Lancellotti. Há uns meses atrás a Paty mandou essa ideia em vídeo: floco de neve 3D. Como eu não achava nada para enfeitar o "fundo da foto" acabei usando parte da sugestão da colega. Ao invés de juntar as partes que formam o floco de neve, acabei usando separado.

O papel eu já tinha, então usei os que se aproximavam do tema: preto, bege, amarelo e branco. Para ser sincera o preto e branco vieram por causa dos pratos que eu ia usar na decoração, que são do uso diário em casa.

Usar sua louça ajuda a economizar dinheiro e lixo! Ficou assim: preto e branco por causa das coisas que eu já tinha, amarelo e bege para lembrar o trigo. Poderia ter sido dourado no lugar do amarelo + bege, só que como eu sempre uso materiais baratos não dava. Para assumir o dourado na decoração tem que ser um metal, no mínimo, papel laminado fica puxado, na minha opinião.

Eu adorei esse modelo. O Tiago que montou e pendurou, lógico. A maior vantagem é que é rápido e simples de fazer. É quase impossível de errar, diferente das outras coisas que já fizemos.

O bolo foi o ó! Minha mãe fez duas assadeiras redondas pequenas do pão de ló. Eu comprei nutella e doce de leite da marca LaSereníssima (excelente a qualidade). Ele podia ter ficado um tantinho mais caprichado, se eu tivesse encontrado as frutas vermelhas. Simplesmente elas sumiram de todos os mercados e hortifuttis. A gente rodou tudo e encontramos o morango (só morango) poucas horas antes da festa. Isso dá um desespero ansiedade.


Para você que quer fazer um bolo parecido: uma nutella grande, um doce de leite grande, quatro caixas de morango e duas receitas do pão de ló da mamãe. Bastante carinho e paciência. É bem fácil, só que precisamos higienizar, cortar e esperar secar cada moranguinho.

O bolo aguenta umas seis horas, depois começa a escorrer os recheios por baixo e o morango começa a manchar, pelo menos esse que eu faço.  Os bolos profissionais devem durar mais.



Meu marido me deu de presente esse prato de bolo lindo. Um sonho! Estou apaixonada. Chega de ficar equilibrando um prato num potinho e depois morrer de medo de esbarrar. Palmas para o Tiago!

Os doces eu fiz um dia antes e guardei em refratários com tampa, morrendo de medo do ataque das formigas. Eu calculo no mínimo duas unidades por pessoa de cada coisa que eu faço. No total eram dez pessoas convidadas, foram nove. 



Sobrou muito doce, quase tudo. Como era minha mãe e minha sogra apenas eu dividi tudo entre nós três. É melhor do que faltar!

Vamos as quantidades. Eu prefiro fazer o doce no copinho grande. Uma lata de leite condensado faz de oito a dez potinhos. É colega!!! Eu fiz 60 doces no copinho e usei seis caixas de leite condensado: 20 brigadeiros, 20 beijinhos e 20 bichos de pé (que nome, né?).
É importante desligar o fogo um pouco antes do ponto para enrolar a massa e colocar a colher descartável logo após encher os copinhos.  Só não esqueça que é chatinho de guardar, com a colher fica ainda mais difícil acondicioná-los.






Essas etiquetas são feitas no photoshop e depois reveladas como foto. Aprendi (estou aprendendo ainda) com a Dani Prado. Eu faço e o Tiago arruma. Daqui umas festas a frente, eu já devo conseguir fazer sozinha.



Não usamos flores dessa vez, nem nossa amada hortênsia azul. Só os trigos secos mesmo. Ganhamos da Fátima, da Fátima flores. Usamos três maços, que devem vir com uns dez macinhos cada um. Quantidade mínima, viu? Quantos mais "repolhudo" mais bonito! Na internet é possível encontrar decorações lindas com trigo, é muito elegante. Eu amei!



A gelatina eu sempre faço de framboesa, embora eu sempre acho que só muda a cor e é tudo a mesma coisa. Vão quatro pacotes para fazer 20 unidades. Esse potinho é muito fofo e a tampa vira também um pézinho, transformando o pote em taça. Todos os poucos descartáveis são da Plastipel, preço bom e variedade.

Como lembrancinhas fizemos coca-cola com rótulo personalizado, só que não tem foto, só essas aqui do lado :-(




A maria mole minha mãe que fez a massa também, eu só cortei e passei no coco. Já repararam que eu só faço o embelezamento, né? O serviço "pesado" sempre sobra para a mamãe. Pois é, meus dias estão contados, logo, logo eu troco de cargo. 




Foram feitas duas caixinhas e rendeu muito: dois refratários grandes, só usamos um, o outro está na geladeira inteirinho :-) Bem, os doces foram esses: brigadeiro, beijinho, maria mole, gelatina e bolo.

Como combinamos as 16 horas, no domingo, não fiz jantar e nem salgadinhos. Servimos cachorro-quente (não os meus!) na bisnaguinha, pão com carne moída e calabresa ralada no mini pão francês.




Também tinha torta de frios. Eu corto em pedaços de tamanhos diferentes, os menores: presunto, mussarela, queijo prato e milho; os maiores acrescento temperos, tomate e azeitona. Assim quem não gosta de algum dos ingrediente não fica sem opção. Mesmo assim coloco alguns ingredientes inteiros para ser fácil de tirar. Lógico que é bem mais fácil acertar quando você conhece intimamente cada pessoa e seu paladar.


Para finalizar tinha Doritos e salada. É incrível como sempre uma das primeiras coisas que as pessoas pegam é o Doritos. Dez pessoas consomem um pacotão, do maior. Faça seus cálculos!


A salada eu fiz nos potinhos de sempre: alface bem fininha, tomate sweet grape, cenoura ralada, azeitona sem caroço e milho em conserva. Ficou bem fofinho. A ideia inicial era colocar atum em pedaços os frango desfiado, mas de última hora, desisti. Sempre deixo tudo na geladeira pronto para repor, fora as duas unidades para cada pessoa que ficam expostas. A salada foi a única comidinha que eu fiz uma unidade por convidado. Só que lógico que na geladeira, ficam em potinhos tudo já higienizado, cortado e pronto para fazer novas porções.


É isso, gente! Valeu a pena cada preparativo. Ficamos muito felizes. A gente precisa de momentos com os nossos mais queridos, sempre. Gostaram?

OPS, atualizando: Esqueci de contar para vocês que tiveram os bem-casados da Claudete, mas como na minha casa não tem hora para comer cada coisa, e cada um pode comer o que quiser, quando quiser (até o bolo). Eles não ficaram para levar, podia comer quantos quisesse a hora que quisesse, pena que a Olívia não gosta. Tempos atrás eu comeria uns três fácil, fácil! Agora estou negociando com ela para ver se como um amanhã.


Meu pai levou esse bolinho fofo! É sempre bom e elegante ter o bolo mais simples do mundo para quem não come o bolo principal. Agora acabou. 



quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Frigideira fofa demais!



Omelete é a comida oficial de quando as coisas saem do esperado, não é? É rápido e fácil. Eu enjoei um pouco depois da faculdade. Fazia muito. Omelete é a vida de quem mora sozinho. Diz se não fica muito mais charmosa essa porção individual, numa frigideira cor de uva que vem com espátula de ovo. fofura, né? É baratinho e vende no pão de açúcar. Eu dei uma para a minha madrinha (agora não lembro se foi a vermelha ou a azul claro), quando fui na sua casa nova, pela primeira vez! Não é legal como opção de presentear? Fica bonito no prato também. Essa versão todos os ingredientes são misturados antes de ir para o fogão.

Quer omelete Olívia? Não! Eu quero sopa de ervilha. Hoje teve sopa de ervilha para agradar a filhote :-) 

Chega de comida por hoje! 


Bolo de chocolate

Já que o forno estava ligado eu aproveitei para fazer um bolo de chocolate.
Mentira! Não tenho nem vergonha de escrever uma coisa dessas. Eu cozinho por partes. Separo tudo da receita e faço. Coloco no forno, lavo a louça, arrumo tudinho para começar outra coisa. 

Esse negócio de fazer uma ceia, tudo ao mesmo tempo, é para as experientes. Eu faço uma coisa por vez. Hoje foi a torta, o almoço e o bolo. Sempre terminando completamente um, fazendo a limpeza e começando o outro.

 Minha admiração para quem fica no computador, assiste Fátima Bernardes, passa pano no chão, cozinha feijão, tempera a carne, arruma o quarto, coloca roupa na máquina, lava a louça e cuida do cachorro ao mesmo tempo. Não estou fazendo piada, não? É sério! Parabéns, viu?

Na verdade está sendo muito legal ficar brincando de casinha nas férias. Não que eu não faça isso durante o ano. Só que é bem diferente.  Tenho tempo de fazer tudo natural e de picar cada ingrediente com calma... bem mais tranquilo.

Vamos ao bolo?
Está tão explicadinho que você pode fazer com a sua criança!

Ingredientes:

Três ovos inteiros
Uma xícara e meia de açúcar
Duas xícaras de farinha de trigo
Uma xícara de chocolate em pó
Meia xícara de óleo de canola
Uma colher de fermento
Uma xícara de água quente


Modo Nathálistico de fazer:



Num recipiente: bata os ovos com o açúcar, depois acrescente o óleo. Eu gosto de deixar esses ingredientes bem misturados. Sempre começo os bolos por eles.




Acrescente o chocolate em pó. Eu gosto de usar nescau. O tradicional é o chocolate dois frades ou cacau em pó. Como essa receita não vai muito açúcar, o nescau, para o meu gosto é perfeito. Parece que não vai dar certo, mas calma que já vem a água. :-) 






Coloque a farinha aos poucos, sempre com a ajuda da peneira. Adicione a água quente e por último o fermento. Sempre mexendo até fica homogêneo, mas na paz! Parece que fica muito aguado, não é? Não tem problema, é assim mesmo.





Eu gosto de começar a receita com a assadeira untada. Acho mais prático. Quase todo mundo sabe o que é untar. Se você não sabe.: é hora de aprender. Com a assadeira bem limpa, você vai precisar de margarina e farinha de trigo. Pra passar a margarina você pode usar um pincel, um papel absorvente ou os seus dedos. Passe uma camada bem fininha em todo o fundo e laterais, depois coloque um pouco de farinha no centro e espalhe por todos os cantinhos. Faça isso na pia assim depois será mais fácil de recolher as farinhas voadoras. Pronto!



Despeje todo o conteúdo na assadeira e leve ao forno. Tanto na torta como no bolo eu usei o forno a 180º por 25 minutos. Cada forno levará um tempo para assar.


Prontinho! Agora é só fazer uma calda de sua preferência. Eu sempre faço de brigadeiro. Uma lata de leite condensado, uma colher rasa de margarina e duas colheres de chocolate em pó. Usei nescau. Mexa numa panela pequena em fogo baixo. Quando desprender do fundo da panela, estará pronto.

Também daria para rechear. Para o meu nivel de gordisse já está bom assim.






Depois de esfriar eu corto em pedaços e guardo em refratários bem tampados. Evito formigas ao máximo! Depois dessa manhã de comidas gordinhas, embora eu até agora (18h24m) não tenha comido nenhuma dessas coisas. Vou amanhã para a clinica de reabilitação alimentar, por vontade própria, nem é compulsório, hein?  

Tenho certeza que a Olívia já correu para contar para alguém que foram feitas guloseimas, em plena quinta-feira. Amanhã vou ter que reconquistar a minha filha comendo um prato de agrião, daquele bem amargo que só fazendo muita careta e misturando no arroz com feijão para sobreviver. Agrião é triste, né gente? Como pode!

E viva a semana da aveia! Estou indo comer a porção de aveia do dia :-)




Torta salgada de liquidificador

Esse post é para eu ter sempre a minha receita preferida de torta de liquidificador e encorajar as pessoas que ficam com medo de errar e acabam comprando aquela torta sem graça congelada do mercado. Se você nunca tentou, vamos lá. Você vai conseguir!

Senhores grands chefs, podem ir para o próximo assunto. Esse aqui é para os que moram sozinhos, são recém-casadinhos, adolescentes...

Massa

Ingredientes: 

Dois ovos inteiros
Uma xícara de óleo de soja
Uma xícara de leite
Dez colheres de farinha de trigo
Meia xícara de queijo parmesão ralado
Uma colher de sopa de fermento
Uma pitada de sal

Modificações "Nathalisticas":

Na minhas equivalências: dez colheres de farinha são o mesmo que duas xícaras de farinha.

Uso apenas meia xícara de óleo de canola, a metade de fica faltando, eu compenso adicionando leite. Então, fica: meia xícara de óleo de canola e uma xícara e meia de leite.

O leite eu tenho usado o ideal da batavo, é um semi-desnatado que engana passa  por integral. Indico para quem não consegue tomar aquela água rala o leite desnatado.

Eu sempre esqueço o sal da massa. Depois de um tempo percebi que ele não faz muita falta. pode confiar.

Modo de fazer:



Bata no liquidificador os ovos, o óleo e o leite. Veja se tudo está fresquinho e no prazo de validade antes de sair misturando tudo como se não houvesse amanhã.




Coloque essa mistura liquida em um recipiente. Com ajuda de uma peneira coloque a farinha aos pouquinhos e mexe levemente. Várias receitas vão te orientar a bater tudo no liquidificador. Fica 'empantumado'. Aprendi com a minha mãe a colocar a farinha depois. Acho que quem ensinou isso a ela foi o meu tio Eudes.



Rale o queijo parmesão e acrescente.

Quando já estiver bem homogêneo é a hora do fermento. Não precisa descontar o ódio na massa, pode ser bem leve. Misture os ingredientes que ficam grudados no fundo do refratário.


Recheio

Pode ser feito de qualquer sabor: legumes, frios, carne desfiada ou moída, frango... Vai do que tiver na geladeira você preferir. 

Hoje eu utilizei queijo mussarela, queijo prato, presunto magro, milho, tomate sweet grape e muito uma pitadinha de orégano.

Eu gosto de pegar um pouquinho de cebola e ralar bem fininho para dar um sabor especial. Não dá para saber que tem, mas faz a diferença. Uso menos da metade de um cebola.

Como o tomate não é muito querido pelo mari, eu corto na metade - facilita para ele tirar. Quando coloco palmito e azeitona (que ele também não gosta) divido a torta ao meio, na hora de rechear. 

Não precisa cortar os ingredientes do recheio muito pequeno, acaba sumindo tudo!

É bom deixar o recheio pronto: lavado, picado e misturado na geladeira; bem embalado até você terminar a massa. Assim não fica a massa crescendo fora do forno.

Montagem

Passe uma camada fina de óleo na sua assadeira. Eu amo essa da panex. Ela tem um colchão de ar. Assim nunca queima a sua comidinha e assa por igual! O nome dela é AirBake. Para as super donas de casa, não faz diferença. Para nós iniciantes é excelente. 






Você coloca pouca massa, todo o receio e depois o restante da massa. Essa história de meio a meio não dá muito certo. Fica faltando para cobrir o recheio. 

                   


                                             


Eu gosto de colocar um azeite por cima, só para ajudar a ficar coradinha!

Hora do forno

Com o tempo você vai dominar o tempo do seu forno. Tenha paciência. A minha torta fica 25 minutos no forno, depois eu desligo o forno e deixo por uns 5 minutos naquele calor para dar dourar. Não gosto de deixar os 40 minutos como nas receitas originais. Aqui em casa fica muito seco.


Quando fica desse jeito é hora de desligar o fogo e esperar ficar dourado, só no calor do forno!
QUE TAL FAZER PARA O FINAL DE SEMANA?

Gostaram da receita? Se alguém quiser enviar uma receita diferente, também será bem-vindo! Podem mandar dicas e truques para deixar esse delícia ainda mais nutritiva e gostosa.





segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Receita dos bolos da Dona Rute




  • Pão de ló da Rute
Foto da internet
  • Massa
  • 4 unidade(s) de gema de ovo
  • 4 unidade(s) de clara de ovo em neve
  • 2 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
  • 1 1/2 xícara(s) (chá) de açúcar
  • 1 colher(es) (sopa) de fermento químico em pó
  • 1 xícara(s) (chá) de água fervente





Modo de preparo



Na tigela maior da batedeira, coloque as gemas com a água fervente e bata até a espuma subir até as bordas. Junte o açúcar e bata mais alguns minutos. Sem parar de bater, junte a farinha aos poucos, e bata por 20 a 30 minutos em batedeira comum (não bata menos tempo porque o resultado não é o mesmo). 
Junte então, o fermento em pó e as claras em neve e mexa delicadamente com movimentos circulares de baixo para cima e leve a assar em forno pré-aquecido quente em fôrma untada e polvilhada com farinha de trigo. Antes de colocar no forno, bata a assadeira com a massa algumas vezes numa superfície dura a fim de eliminar eventuais bolhas de ar que podem expandir e causar a quebra do bolo na hora de desenformar. 
Asse em forno quente nos primeiros 10 minutos e depois abaixe para médio. Desenforme morno.



Se você for fazer um bolo em que a massa fique aparecendo - nessa onda dos desconstruídos - é preciso ter cuidado para tirar na hora certinha! Não dá para recauchutar depois. Errou já era!